sábado, 10 de maio de 2014

A Torre Negra: A Escolha dos Três – Stephen King

Editora: Objetiva
ISBN: 978-85-81050-22-5
Tradução: Mário Molina
Opinião★★★★☆
Páginas: 416

“No exercício do dever nunca havia qualquer razão aceitável para ceder a fraquezas.”


“Nenhum homem vê tudo que vê, mas antes de vocês se tornarem pistoleiros – isto é, aqueles que não forem para oeste – aprenderão a ver, numa única olhadela, mais do que alguns homens levam toda uma existência para enxergar. E um pouco do que não virem nessa olhada verão mais tarde, no olho da memória – isto é, se viverem tempo bastante para recordar. Porque a diferença entre ver e não ver pode ser a diferença entre a vida e a morte.”


“O que é isto?, pensou Eddie indefeso. Que diabo é esta merda? Então teve de vomitar de novo e talvez isso tenha sido ótimo. Por mais críticas que se possa fazer ao ato de vomitar, ele tem pelo menos esse ponto a seu favor: enquanto se está vomitando não se consegue pensar em mais nada.”


“Seu pai usava um ditado que, quando traduzido, significava algo como “Deus mija todo dia na sua nuca, mas só te afoga uma vez”, e embora não tivesse certeza absoluta, Cimi achava que isso significava que Deus, afinal, era um cara muito legal.”


“Havia alguma coisa na guerra do Vietnã que fazia apodrecer o próprio coração.”


“Num mundo que tinha se tornado um barril de pólvora nuclear com quase um bilhão de pessoas sentadas em cima, era um erro –  talvez de proporções suicidas – acreditar que havia uma diferença entre bons atiradores e maus atiradores. Havia um excesso de mãos trêmulas segurando isqueiros perto de um número excessivo de pavios. Não era um mundo para pistoleiros. Se já houvera uma época própria para eles, esse tempo tinha passado.”


“O que gostamos de pensar de nós mesmos e o que realmente somos raramente têm muita coisa em comum.”


“É mais fácil beber a água do oceano com uma colher do que discutir com alguém apaixonado.”


“– Quem mata o que ama fica para sempre condenado – disse Eddie. 
– Já estou condenado – disse Roland calmamente.
         – Mas talvez até o condenado possa ser salvo.”

Um comentário:

Sugestão de Livros disse...

Os trechos são bons, creio que eles retratam o contexto da estória.